Jaqueline Goes de Jesus é uma das cientistas brasileiras mais reconhecidas internacionalmente. Biomédica, pesquisadora e especialista em vigilância genômica, ela ganhou destaque em 2020 ao integrar a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do novo coronavírus apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Brasil.
Natural de Salvador (BA), Jaqueline construiu sua carreira na área da biomedicina com foco em virologia, epidemiologia molecular e saúde pública. Seu trabalho contribuiu para acelerar a compreensão da circulação do vírus no país e auxiliou pesquisadores e autoridades sanitárias no enfrentamento da pandemia.
O rápido sequenciamento colocou o Brasil entre os primeiros países do mundo a mapear geneticamente o SARS-CoV-2, consolidando a pesquisadora como uma referência na ciência nacional.
Jaqueline Goes de Jesus é referência em vigilância genômica
Antes de ganhar projeção internacional, Jaqueline Goes de Jesus já desenvolvia pesquisas voltadas ao estudo de vírus emergentes e doenças infecciosas.
Ao longo da carreira, participou de projetos relacionados ao monitoramento genético de vírus como zika, chikungunya, febre amarela e outros agentes infecciosos de relevância para a saúde pública.
Seu trabalho utiliza técnicas de sequenciamento genético para identificar mutações, acompanhar a evolução dos vírus e fornecer informações importantes para estratégias de vigilância epidemiológica.
Jaqueline Goes de Jesus inspira novas gerações de cientistas
Além da produção científica, Jaqueline tornou-se uma importante voz na divulgação da ciência e na defesa da valorização da pesquisa brasileira.
Ela participa frequentemente de congressos, palestras e iniciativas voltadas ao incentivo da formação de novos pesquisadores, especialmente mulheres e pessoas negras na ciência.
Sua trajetória também simboliza a importância do investimento em pesquisa, inovação e universidades públicas para responder rapidamente a desafios sanitários.
Reconhecida nacional e internacionalmente, Jaqueline Goes de Jesus segue atuando em estudos sobre vigilância genômica e doenças infecciosas, sendo considerada uma das cientistas brasileiras mais influentes de sua geração.






