Nascida em Curitiba, em 1975, Giovana Madalosso é jornalista, escritora e uma das vozes de destaque da literatura brasileira contemporânea. Formada em Jornalismo pela UFPR, mudou-se para São Paulo, onde trabalhou como redatora publicitária antes de se dedicar à literatura. Sua estreia, com A Teta Racional, publicada em 2016, abordou temas ligados à maternidade e à amamentação e chegou a ser finalista do Prêmio Clarice Lispector. Desde 2020, também atua como colunista semanal da Folha de S.Paulo.
Ao longo da carreira, Giovana publicou obras como Tudo Pode Ser Roubado, Suíte Tóquio, Altos e Baixo e Batida Só. Suíte Tóquio foi finalista do Prêmio Jabuti, recebeu reconhecimento internacional e, em 2025, entrou na lista de 100 livros notáveis do The New York Times, além de ter sido indicada ao Dublin Literary Award de 2026. Em 2023, a escritora recebeu o Prémio Literário Manuel de Boaventura, em Portugal, por Tudo Pode Ser Roubado.
Além da produção literária, Madalosso também se destaca pela atuação em iniciativas de valorização das mulheres na literatura. Em 2022, ao lado de Natalia Timerman e Paula Carvalho, organizou o encontro Um Grande Dia em São Paulo, que reuniu mais de 400 escritoras e inspirou encontros em outras 50 cidades, com quase 1.700 autoras. Em 2025, tomou posse na Academia Paranaense de Letras, ocupando a cadeira 24, e foi escolhida uma das Mulheres do Ano pela revista Marie Claire, consolidando uma trajetória marcada pela escrita, pela representatividade e pela projeção da literatura produzida por mulheres no Brasil.





